domingo, 25 de outubro de 2015
Fé
Nunca podemos perder a fé!! Acredite que em cada amanhecer Deus prepara algo para você. Se não for hoje será amanha, e se não for amanha aquietemos os nossos corações para aguardar a divina providência do Pai celeste. Deus não falha em nossos sonhos e muito menos ele demora, mas sim ele capricha em cada momento de nossas vidas. Amém!
Fé, Esperança e Sonhos
Que tenhamos asas para sonhar, esperanças para acreditar e fé para continuar no primeiro obstáculo em que possamos encontrar!!
Fé e Cura
Deus vai realizar na sua vida uma obra nova, para isso abram o vossos corações e se deixem levar pelo Espírito Santo, pois o projeto do Senhor se realizará. O Divino Pai Eterno está do lado de vocês, e saibam que o nosso Deus de Poder irá curar a todo instante o que esteja talvez afligindo o vossos corações. Tenham calma que Jesus está no comando e vai os conduzir a vitória. Portanto, creiam que quem planta fé, colhe milagres! Não deixem que este momento de aflição que agora passam os façam perder a fé, pois o Deus misericordioso e a nossa Mãe Maria Santíssima estão segurando na tua mão e carregando vocês nos braços. O Imaculado Coração de Maria acolhe sua suplica e apresenta a vocês filhas a graça da cura. Que não lhes falte a alegria de Deus. Por fim, levem consigo sempre esta frase: "Onde há fé, há amor, onde há amor, há paz, onde há Deus, nada falta".
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
A vida e as estações
Eu queria que a vida fosse dividida em quatro estágios, mas que não acabasse nunca. A infância é como a primavera. É pura novidade e um calor que não sufoca nem faz pensar bobagens. Tem uma inocência quase cafona, uma singeleza clássica, e traz no íntimo a certeza de que pela frente vem coisa boa. A gente quer que passe logo, mas sabe que nunca mais será tão protegido, a mordomia não será eterna. É quando as coisas acontecem pela primeira vez, é quando num arbusto verde vemos surgir alguns vermelhos, é surpresa, a primeira de uma série. A adolescência é como o verão. Quente, petulante, libidinosa.Parece que não vai haver tempo para fazer tudo o que se quer e o que se teme. É musical e fotogênica. Dúvidas, dúvidas, dúvidas em frente ao mar. Mergulha-se no profundo e no raso. Pouca roupa, pouca bagagem. Curiosidade. Vontade que dure para sempre, certeza de que passa. Noção do corpo. Festas e religião. Amor e fé. A maturidade é como o outono. Um longo e instável outono, que alterna dias quentes e frios, que nos emociona e nos gripa. Há mais beleza e o ar é mais seco, porém é quando se colhem os melhores abraços. Ficar sozinho passa a não ser tão aterrorizante. Fugimos para a praia, fugimos para a serra, as idéias aprendem a se movimentar, a fazer a mala rápido, a trocar de rota se o desejo se impuser, e não é preciso consultar o pai e a mãe antes de errar. É o outono que tentamos conservar. O inverno é como a velhice. Tem sua beleza igualmente, exige lã, bolsa de água quente, termômetro e uma janela bem vedada. O que não queremos que entre? Maus presságios. O inverno é frio como despedida de um grande amor, mas sabemos que tudo voltará a ser ameno. Queremos que passe, temos medo que termine. Ficar sozinho volta a ser aterrorizante. O inverno é branco, é cinza, é prata. É grisalho. E, de repente, também passa. Eu queria que tudo fosse verdade, que a vida fosse assim dividida em quatro estágios que mais parecem estações do ano, mas que não acabasse, que depois do inverno viesse outra primavera, e outro verão, e outro outono, que nunca são iguais, mas sempre se repetem, sempre voltam, são tão certos quanto o sol e a lua, todo dia, toda noite.
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